A festa junina tem origem nas festividades pagãs realizadas na Europa na passagem da primavera para o verão, o momento é chamado solstício de verão.

A festa foi assimilada pelos cristãos e passou a representar o dia de São João, fazendo parte das comemorações da Igreja católica.

As festividades introduzidas pelos portugueses são comemoradas na Chapada ao ritmo do forró com fogueiras acesas, bandeirolas e quadrilha.

Nesta época do ano normalmente faz um friozinho na região e a fogueira ajuda a esquentar as noites e é aí que as pessoas se reúnem para conversar e tomar um caldo ou um licor.

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As cidades da Chapada Diamantina guardam a lembrança do garimpo em seus casarios.

Durante quase todo o século 19 a Bahia foi o maior produtor de diamantes do mundo.

A produção de diamantes decaiu devido às minas da África do Sul. A produção na Chapada só foi salva devido ao carbonado, uma variedade de diamante usada na indústria.

Foi nos arredores da cidade de Lençóis que foi encontrado o maior diamante alguma vez visto, o chamado diamante negro ou carbonado tinha 3.167 quilates.

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Igatu, também conhecida como a cidade de pedra fica a 112 Km de Lençóis. Seu casario remonta ao século XIX e à extração de diamantes.

A vila esquecida do passado já teve aproximadamente 15 mil habitantes no auge dos diamantes. Teve coronéis, cabarés, lojas, cadeia, cartório e cinema. Hoje a vila conta com apenas 500 habitantes.

Envolta em mistérios, diz a lenda que  sua decadência ocorreu devido a uma seca extrema nos anos 40.

Sabe-se que o nome Machu Picchu não tem relação com os Incas mas mitos dão a cidade de pedra como sendo a clássica cidade perdida no interior da Bahia.

Um dos atrativos principais de Igatu é a “gruna” que é uma espécie de gruta feita pelo homem.

As grunas foram abertas com explosivos muito provavelmente no século XVIII ou anterior.

O local tem até uma reprodução da “casa” dos escravos na época do garimpo.

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Uma das plantas típicas da Chapada Diamantina, o Candombá, é também conhecida como a flor do fogo. A planta tem um incrível florescer, uma vez que precisa do calor para gerar sua flor.

A planta produz uma resina inflamável que surge quando o sol forte entra em processo de combustão, gerando o calor necessário para desabrochar a flor. Ainda hoje a planta é usada por alguns moradores da região para acender fogueiras. Antigamente, era usada como lanterna, quando o povo caminhava à noite entre os vários povoados.

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Apesar da Chapada Diamantina se encontrar a uma distância considerável do mar e de ter um extenso planalto com picos de até 2.030 m, estudos comprovam que a região já foi mar.

De acordo com análises em rochas da região, feitas ao longo das últimas décadas e, devido à presença de fósseis, os geocientistas estimam que após a formação da serra do Espinhaço existiam dois grandes mares cobrindo uma extensa área.

As próprias rochas indicam as atividades de marés, como é o caso de ondas e estratos com camadas.

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A Ladeira do Império faz parte da história do Pati e consequentemente da história do café.

O caminho era usado para transportar o café para fora do Vale.

Ainda hoje as mulas de carga fazem todo o percurso transportando todos os bens necessários para a população.

Para quem faz a Travessia do Pati, a Ladeira do Império é conhecida como sendo um ponto de partida ou de chegada da longa trilha, tudo dependendo de onde se começa a caminhada.

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O fenômeno do raio no Poço Azul ocorre entre os meses de fevereiro e outubro das 12h30 às 14 h.

Além desse fenômeno, a água, sempre de um azul intenso, faz furor entre os visitantes que podem desfrutar de uma relaxante flutuação.

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Desde tempos remotos que a humanidade acredita em histórias fantásticas envoltas em mistérios.

Quando surgiram os primeiros desbravadores, as belas paisagens da Chapada Diamantina fizeram com que muitos acreditassem que estavam perante um império lendário. 

Ainda hoje há quem acredite que a mítica cidade de Agartha possa de fato estar escondida na Chapada Diamantina.

Acredita-se que as cavernas da região são portais para essa fortaleza subterrânea. Seus habitantes saíram das águas do continente submerso da Atlântida e se mudaram para o subsolo onde construíram uma cidade muito evoluída tecnologicamente.

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O Poço do Diabo, tal como muitos atrativos na Chapada Diamantina tem muitos mistérios por revelar.

Uma lenda conta que seu nome teve origem em uma história antiga que aconteceu no local. Nos tempos do garimpo alguns escravos negros tentaram fugir com alguns diamantes mas foram descobertos, perseguidos e jogados ao poço atados.

Com cerca de 6 m de profundidade não admira que a lenda conte que alguns fantasmas ainda podem aparecer por lá de vez em quando.

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O Poço Azul foi descoberto em 1992 e hoje é considerado um dos principais atrativos da Chapada Diamantina, devido ao azul cristalino das águas e ao incrível feixe de luz que por vezes o sol cria ao entrar na caverna.

Mas além de toda essa beleza o Poço Azul esconde ainda os mistérios de um mundo pré-histórico submerso de animais que terão habitado a América do Sul entre 10 mil e 2 milhões de anos atrás.

Foram identificados fósseis de mais de 40 espécies de preguiças gigantes no fundo do Poço Azul. Foi também encontrado no local um mastodonte, animal com tamanho semelhante ao de um elefante, uma espécie de tatu com cerca de 3 metros de comprimento e ainda um texodonte, um animal de grande porte semelhante ao rinoceronte.

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